Apaixonas-te, pinguim. Não
é fácil mas deixaste-te levar pela corrente de água transparente. Estás lá,
sentes a hipotermia, sentes o arranhar das moléculas a condensar em turbilhão
junto à tua pele, por debaixo da penugem. Mais dentro de ti, sentes o coração a
bater quente, a querer expandir-se para além do razoável. Conheces quem amas,
já te encostaste a ela, já sentiste o seu calor. Queres mais disso, sentes-te
um pinguim apaixonado. És um animal, dos bons.
Tuesday, September 20, 2011
por debaixo da penugem
Sunday, September 11, 2011
and so the journey begins
Um pinguim perdido no hemisfério oposto sou eu a pretender (tentar) dar descanso ao outro blog da minha vida. Um pinguim move-se por causas estranhas, instintos e uma sabedoria ancestral, primordial, na procura de uma razão que quer sua. Este pinguim é menos pretensioso, menos arrogante, menos dedicado, mais profundo (ainda!?), menos dedicado, mais superficial, menos fútil (consegues!?), mais genial e capaz de contemplar a pureza do gelo (água no estado sólido) transformado numa superfície de cristal branco...
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